Conto Erótico Gay – Vizinho sarado

Me chamo Anderson, tenho 21 anos, brancos, cabelos pretos, não sou malhado de academia, mas tenho um corpo definido devido ao futebol que pratico e a natação, uma barriga com um leve tanquinho, olhos pretos e um pau de 18 cm, sou bissexual muito discreto e não curto afeminados, modéstia parte eu sou presença, recebo muitos elogios da meninas.
Depois de passar quase um ano em outra cidade, eu voltei pra casa dos meus pais para um descanso, nesse períodos eu descobri que os meus vizinhos antigos haviam se mudado de lá e outra família havia alugado a casa, era um casal que tinha 5 filhos, 3 meninos e duas meninas, eu fiquei até com uma das meninas, mas isso não vem ao caso.
Logo eles vieram me conhecer, pois a minha família se deu muito bem com eles, e sempre falava de mim, as meninas eram lindas, conheci dois dos meninos um de 10 e outro de 14.
O Maior se chamava Fábio, tinha 18 anos, era o típico garoto “rebelde” digamos assim, sempre sozinho, de poucas palavras e sua mãe sempre reclamando que ele não falava com ninguém e não tirava o fone do ouvido. Ele era bem Branquinho, sua voz era grossa, sorriso cativante e vivia apenas de camisa moletom. Ele me cumprimentou e começamos a conversar, nos demos muito bem, convidei ele para irmos jogar futebol e nadar um pouco no outro dia, ele aceitou e após esse dia viramos quase melhores amigos, ele vivia em casa e eu na dele jogando video game. A sua mãe achou ótimo, já que ele não falava com ninguém.
Eu comecei a namorar uma mina gostosa da rua e ele pegava a prima dela, nos aproximamos mais ainda, ele era sempre discreto quando o assunto era sexo, não falava muito.
Certo dia, fomos jogar uma partida de futebol no clube que frequentavamos, depois da partida a maioria dos cara foram pro vestiário e eu e o Fábio ficamos batendo pênaltis deixando o tempo passar, não queríamos voltar cedo. Então resolvemos ir ao vestiário, estávamos só nós dois ali, já era tarde.
Tirei a roupa e fiquei apenas de cueca, entrei em um dos chuveiros coletivos e comecei a me ensaboar, olhei pro lado e vi o Fábio, tirando o calção, estranhei, pois ele era muito reservado e eu nunca tinha visto ele sem camisa e de cueca, pude ver o seu físico.
Ele era bem Branquinho, corpo era forte, não fazia academia mas era definido, barriga com leves gominhos, peitoral largos, e uma bunda empinada, coxas grossas peludos, aquele muleke era uma delícia, ele tinha um caminho de pelos que levava a uma mala pesada, devia ter um pau de responsa, lábios carnudos e rosados. Tratei de disfarçar, já que ninguém sabe que eu curto uma boa putaria entre machos.
Ele ficou do meu lado no chuveiro, me pediu um pouco de shampoo e eu o entreguei, começamos a conversar sobre coisas aleatórias enquanto tomávamos banho, e do nada ele disse:
_Pow mano, vou me lavar bem porque daqui a pouco eu tenho uma parada com uma mina aí.
_Sério cara?
_Sério, vou comer ela, os pais dela vão sair.

Estranhei, já que já tinha uns meses que nos conhecíamos e ele nunca falava sobre sexo comigo.

_Mas é a tua primeira vez com ela? Eu perguntei.
_Que nada, eu já comi ela, ela é gostosa.Eu apenas ri.
E ele me perguntou como eu estava com a minha gata e eu disse:
_Pow cara, a gente terminou!
_Pow cara, que chato.
_É.
_Mas não não esquenta não pow, tu é bonito, vai arrumar outra logo logo.
Eu estranhei, ele falou que eu era bonito, será que ele achava isso mesmo? Então eu vi uma brecha pra chegar onde eu queria.
_Que nada pow, sou feião, ninguém me quer.
_É nada pow, tu é presença, as minas vivem falando de ti, até as minhas irmãs te acham bonito.
Eu ri, foi então que eu fiz uma pergunta sarcástica pra ver a sua reação.
_Tu me acha mesmo bonito? (Risos)
Ele ficou vermelho, quase gaguejando disse:
_Sim pow, tu tem um corpo maneiro. Disse ele olhando pro meu tanquinho.
Eu dei um sorriso pra ele, ele estava visivelmente nervoso.
_Pra quebrar o gelo, eu disse que ele também tinha um corpo maneiro.
Aquele papo estava me deixando excitado, alias nós dois, estava nos levando pra um caminho perigoso, era a minha oportunidade de tentar pegar aquele cara.
_Pow cara, eu tou na seca, esse papo me deixou de pau duro.
Ele olhou pro meu pau e virou o rosto rapidamente.
_E pelo jeito você também. Eu disse olhando pro seu pau. Eu arrisquei, era agora ou nunca.
Ele deu um sorriso amarelo, estávamos nitidamente excitado e nervosos com o que poderia acontecer ali. Eu como sou safado, não deixei que a oportunidade escapasse.
_Olha como está o meu pau. Disse eu tirando os meus 18 cm pra fora da cueca, ele olhou e ficou admirando o meu pau.
Eu achei que ele desconversaria, sei lá. Mas ele disse:
_Meu pau é mais grosso e mais grande que o seu.
_Duvido! Eu disse.
Ele abaixou a cueca e pude ver o seu pau enorme, tinha poucos pêlos, era grande, grosso, aquele cara tinha um pau responsa, era maior do que o meu. Ele sorriu. Aquele cara carregava um monumento debaixo das pernas. Meu pau estava duraço, babava. Era agora ou nunca, arrisquei tudo.
_Pow cara, vou bater uma, VC se importa? Não vem ninguém aqui essas horas.
_Vá em frente leke, eu também vou bater.
Estava claro o que ambos queríamos, qualquer hétero sóbrio na sua devida consciência, não bateria punheta do lado de outro no vestiário.
Eu comecei a fazer movimento de punheta no meu pau, ele também, ele olhava pro meu pau e eu pro dele, queríamos pegar no pau do outro mais ninguém tomava a iniciativa. Era a hora, era a minha oportunidade, eu estava tomado de tezão e não pensei duas vezes.
Peguei no seu pau, ele se assustou, ele olhou pra mim desconfiado e eu apenas olhava pro seu pau, ele não se afastou, apenas respirou fundo. O seu pau era quente, grande e grosso, minha mão quase não fechavam, bati uma de leve pra ele. Peguei na sua mão e pus sobre o meu pau, ele não exitou, apertou e começou a me masturbar, era uma mão amiga deliciosa, a sensação do perigo, do proibido nos deixava mais excitado, ficamos masturbando um ao outro por cinco minutos e não resisti.
Levei ele pra uma cabine e me abaixei, abocanhei aquele pau grande e grosso, quase não cabia na minha boca, era inacreditável que aquele cara tinha um pau desse tamanho. Eu chupei, colocava na boca tudo que pude e lambia, lambia as bolas depiladas, a sua barriga, ele apenas precionava a minha cabeça contra o seu pau, eu lambia a cabeça, seu pau era Branquinho, mas eu estava interessado mesmo na sua bunda redonda e grande, eu as apertava enquanto chupava o seu pau.
Me levantei e foi a sua vez, ele se abaixou e começou a chupar os meus 18 cm enquanto ele se masturbava, ele chupava com maestria, ele passava a mão na minha barriga e apertava a minha bunda, sabia o que estava fazendo, sugava a babinha do meu pau e fazia garganta profunda, ficou nisso por 5 minutos.
Eu coloquei ele de frente pra parede e mandei ele empinar a bunda, ele estava tremendo, vi a sua bunda branca, grande, abri os seus glúteos e vi o seu cu rosado com todas as pregas, ele era virgem. Quase delirei, ele disse que queria dar mas estava com medo, eu meti a língua e comecei a lamber o seu cu, fiz um cunete babado, ele rebolava e empinava a bunda, e eu ali agachado com a cara enfiado na sua bunda, eu o convidei pra irmos pra casa e ele aceitou.
Nos vestimos e fomos embora, eu não via a hora de chegar em casa, depois de caminhar um pouco chegamos e fomos direto pro meu quarto, todos estavam dormindo, tranquei a porta e nos despimos, ele veio até mim me abraçou e me deu um beijo quente, demorado, daqueles que tira o folego. Eu deitei ele na cama, peguei um gel pra lubrificar, passei no meu pau e na bunda dele. Fui enfiando um dedo devagar, ele gemia, eu mandava ele relaxar, meti mais um dedo, tive muita paciência, eu metia os dedos abrindo caminho, ele gemia e contraia o seu cu, chegou o grande momento.
Ele deitou de bruços e eu me posicionei atrás dele e tentei enfiar, e ele disse que não aguentaria, que o meu pau era grande e grosso, eu pedia pra ele relaxar que logo ele Iria gostar, joguei o meu peso sobre e
as suas costas devagar e ele gemia, abafando com o travesseiro, já tinha entrado a metade dos meus 18 cm e ele pedia pra parar. Então pedi pra ele sentar em cima, assim ele controlaria a dor.
Deitei de peito pra cima e ele veio sentando devagar, eu via cada centímetro do meu pau sumindo no seu cu, ele fazia cara de dor, parava e continuava a sentar, depois de alguns minutos, eu estava todo dentro dele. Parei pra ele se acostumar e mandei ele cavalgar, ele começou a movimentar meio desajeitado, mas com o tempo eu fui ditando os movimentos ele acertou o rítimo, ele cavalgava no meu pau, pra cima e pra baixo. Eu não estava acreditando que tinha tirado a virgindade daquele pauzudo lindo, ele cavalgou por um bom tempo, o seu pau estava duro, eu o masturbava enquanto ele cavalgava, eu apertava os seus mamilos e passava a mão no seu tanquinho.
Mandei ele sair se cima, deitei ele de bruços novamente, dei um tapa na sua bunda, me posicionei e abri a sua bunda, estava arrombado por mim, eu coloquei dentro de novo, estava apertado, e fui movimentando, a sua bunda dura era uma delicia, branca, nossos corpos se encontravam fazendo um barulho típico, mas eu parava, não queríamos acordar a casa toda, ele gemia e falava baixinho:
_Me come cara…isso mesmo leke assim…ah..mete mais…ta gostoso.
Eu derirava de prazer, meti o mais fundo e forte que eu podia, ele mexia o quadril rebolando, Eu puxava os seus cabelos e tacava rola nele.
Pus ele de 4 na beira da cama e enfiei sem dó, eu suava junto com ele, nossos corpos quentes se encontravam, aquele cheiro de macho no cio pairava pelo ar, eu comi ele assim por uns minutos. Coloquei ele de frango assado, pus os seus pés no meu ombro e meti pica nele, ele se masturbava enquanto recebia o meu pau no seu cu, ele gemia gostoso, revirava os olhos, eu beijei ele enquanto metia o mais rápido possível, nosso suor caía sobre o outro, até que anunciei que iria gozar, ele mandou eu gozar na boca dele. Ele sentou na beira da cama, comecei a me masturbar, e redirecionei o pau dentro da sua boca e gozei, gozei como nunca, urrei um pouco alto, eu apertava os seus cabelos e o meu pau na sua boca, ele engoliu tudo, mas ele ainda não tinha gozado, quando eu ia me abaixando pra chupar o seu pau, ele disse que queria gozar nas minha nádegas, meio contrariado mas aceitei.
Me virei pra parede, ele abriu as minhas nádegas e começou a passar o pau no meu rego, pincelou por uns momentos, as vezes precionava a portinha, mas eu disse que não gostava de dar, ele gozou na minha bunda, me deixando todo sujo de porra, ele me abraçou por trás. Ele se limpou, me deu um beijo e disse no meu ouvido:
_Podemos repetir de novo, eu sei que você não é mais virgem, você não gosta de dar, mas vai dar pra mim, é justo, você tirou a minha virgindade.
Eu não falei nada, só fiquei calado, gelei, eu sou ativo, não curto dar, como iria aguentar aquela tora no meu cu, ele foi embora. No outro dia nos falamos normalmente, mas tinha uma tensão entre nós, mas era normal depois do que tinha acontecido. Até que numa sexta ele me chamou pra uma festa…Esse conto fica pra próxima.
Esse foi o meu conto, espero que tenham gozado, desculpe pelos erros ortográficos e a longamente. Não se esqueçam de votar e comentar.