Aulas pesadas de inglês (Parte 3) – Conto Erótico Gay

Capítulo 3 – Café e contrato

Turma, para evitar que fiquem saindo a todo momento do conto (para traduzir), a partir deste conto postarei a tradução bem abaixo. Então, divirtam-se.

Não acredito que isto acabou de acontecer, esse maldito me manipulou para conseguir um contrato com meu pai, e eu caí feito um peixe. Mas tudo bem, é guerra que ele quer? É guerra que ele vai ter!

Quarta-Feira 08:00

Dia novo, humor novo, café novo!
Desta vez entrei no café próximo à empresa com o máximo de cuidado, pois a última trombada me prendeu num “encosto de ser humano” que felizmente sumiu da minha vida depois de segunda feira. Assim que entrei na cafeteria, fui recebido pelo maior sorriso do mundo. Uma atendente linda, chamada Michelle.

Michelle era uma morena espetacular, com um dos sorrisos mais lindos que eu já vi. Ela começou a trabalhar neste café há pouco tempo, desde de que fui atendido por ela pela primeira vez, não consigo mais trocar de atendente. Pode ser apenas impressão minha, mas acho que tá rolando algo entre nós dois.

Edu: _será que eu consigo um café da atendente mais linda deste lugar?
Michelle: _Depende do humor da atendente.
Edu: _com esse sorriso que estou vendo, consigo todo o café do mundo!
Micha: _vai ter que pagar um pouquinho caro por tanto café, sabia?
Edu: _se eu puder ter esse sorriso de graça… Não me importo de pagar.
Michelle me olha bem envergonhada. mas sem esconder que gostou do comentário.
Micha: _Duplo expresso, correto? (Diz enquanto olha que a fila atrás de mim já está grande demais e, provavelmente, eu vou acabar apanhando)
Edu: _Exato senhorita!
Micha: _Corre, senão vai se atrasar para o trabalho!
Edu: _Eu começo a trabalhar 08:00 Michelle, tá tranquilo. (Digo rindo)
Micha: _Eu sei, é que já são 08:35 Duduzinho. (Diz ela mostrando pro relógio na parede)
Edu: _Socorro! Coloque o café em minha conta, por favor. (Após dizer isto, eu saio correndo para o escritório).

Quarta-Feira 08:46

Entro correndo no escritório e passo rapidamente pela minha secretária.
Edu: _Cíntia, qualquer ligação que eu tiver recebido, ligue novamente e informe que eu fiquei preso no trânsito, ok?
Cíntia: _Não recebeu nenhuma ligação, senhor Eduardo.
Edu: _Obrigado Cíntia.
Cíntia: _Seu professor já está te aguardando senhor.
Eu estava abrindo a aporta de minha sala quando ela disse isso. Antes de terminar de abrir, me virei para ela sem entender muito bem.
Edu: _Meu professor? Me esperando? Esperando onde?
Marcos: _Aqui dentro. (Escutei a voz do imbecil vindo de dentro da minha sala)

Terminei de abrir a porta e vi ele, sorrindo sentando em minha cadeira. Era abuso demais, chegou a hora de acabar com essa palhaçada! Ante de fechar a porta, me virei para a Cíntia e disse:
Edu:_ Vou começar minha primeira aula agora, não quero ser incomodado por ninguém e nem receber ligações até que a aula termine, tudo bem?
Cíntia: Positivo, senhor Eduardo. (Após a resposta dela, fechei e tranquei a porta)

Assim que eu tranco a porta, ele coloca os braços atrás da cabeça e pões os pés sobre a mesa, completamente relaxado.
Marcos: _Que bom que trancou a porta Dudu, assim ninguém atrapalha a gente.
Edu: _Olha, não sei o que infernos você acha que vai conseguir comigo, mas se você não sair da minha sala agora e desaparecer da minha vida, eu vou acabar com você completamente.
Marcos: _Ui… Não é o que diz o contrato.
Edu: _Foda-se o contrato!
Marcos: _Sério? Pensei que gostasse mais do seu pai…
Edu: _O que? que porra meu pai tem a ver com isso, caralho? Neste momento, ele pega o contrato sobre a mesa e lê em voz alta para mim.
Marcos: _Caso este contrato seja de qualquer forma invalidado pelo aluno Eduardo Gamianni, ou caso o mesmo se negue a obedecer completamente ao professor Marcos Flynn, concedo ao professor a completa posse de 75% dos bens da família…
Edu: _Você é louco, meu pai jamais assinaria isto! (Gritei interrompendo sua leitura). Neste momento ele correu até a última página, onde constava a assinatura do meu pai.
Marcos: _Ele é um empresário incrível sabe, mas infelizmente ele assina as coisas sem ler quando confia em alguém… (Disse enquanto envelopava o contrato e o colocava novamente sobre a mesa). Sem perder tempo eu peguei o envelope e me preparei para rasga-lo.
Marcos: _Sério? Você acredita mesmo que esse é o original? Marcos levantou da cadeira e veio andando até mim, parando em minha frente e sorrindo calmamente.
Marcos: É simples, querido aluno. Você me obedece nos próximos seis meses e eu não tomo nada da tua família, combinado?
Eu estava completamente em choque! Não sabia o que poderia fazer para me livrar deste inferno. Acho que vou concordar com ele até descobrir uma maneira de me livrar de tudo isso.
Edu: _Vamos começar com a porra desta aula logo, para que você possa desaparecer da minha frente!
Ele se afastou de mim e sentou-se em uma poltrona ao lado de minha mesa.
Marcos: _Um servo não deveria ser tão insolente com seu mestre, me deixou magoado.
Edu: _Na boa, vai pra casa do caral….
Marcos: _Silêncio agora! (Disse em um tom forte, me pegando de surpresa).
Fiquei levemente com medo do que ele poderia fazer.
Marcos: _Hoje à noite irei até tua casa, para nossa primeira aula. Não quero que ninguém saiba sobre esta aula. Não quero ouvir sua voz por agora mais… Apenas balance a cabeça para mostrar que entendeu, não esqueça do contrato.
Eu me senti humilhado naquele momento, mas não tinha mais nada que podia fazer a não ser balançar minha cabeça positivamente.
Marcos: _Bom garoto!

Após dizer isto, ele levantou-se da poltrona e se preparou para ir embora. Caminhou até mim e aproximou sua boca do meu ouvido, bem próximo ao meu cangote. Puxou o ar e depois expirou fundo em meu cangote, antes de falar.

Marcos: _Nossas aulas vão ser formidáveis, querido aluno. Eu sei ser um excelente mestre! (ele falava aquilo muito próximo ao meu pescoço, muito próximo. Cheguei a prender o ar, estava muito perto… Eu conseguia sentir sua respiração no meu cangote. Estava quente, comecei a suar um pouco.)
Edu: _Q…Que h…horas v..vai ser a a au…aula? (Isso mesmo retardado, gagueja feito um frangote).
Ele solta um leve riso antes de responder e destranca a porta do escritório.
Marcos: _Você irá descobrir Eduardo.
Antes de sair e fechar a porta ele olha para mim, ainda sorrindo:
Marcos: _Esta é a ultima vez que eu falo em português com você.
Edu: _Mas meu inglês não está bom ainda…. Você sabe disso.
Marcos: _It is because of this, that our class will be a delight! – (É por isso que nossa aula vai ser uma delícia!)

Continua…

Autor: Skye